Pular para o conteúdo
Todos os reviews
Mouse Gamer·· 6 min·Popular esta semana
Recomendado pela Comunidade

Attack Shark X11 R$173: A Base RGB que a Logitech Vende por R$600

Base de carregamento RGB é coisa de mouse de R$600+ da Logitech e Razer. O Attack Shark X11 traz o mesmo sistema por R$173: tri-mode (2,4GHz + cabo USB-C + Bluetooth 5.2) e ultraleve (59-63g) que carrega ao pousar na dock. Trade-off real: a dock é a forma mais prática de recarregar — sem ela por perto, a recarga fica mais lenta.

Por Equipe Vortyn · 1.8k leitores

8.6/10Muito bom
CompartilharWhatsAppX / Twitter
Attack Shark X11 R$173: A Base RGB que a Logitech Vende por R$600

Veredicto Vortyn

8.6/10

Base de carregamento RGB é coisa de mouse de R$600+ da Logitech e Razer. O Attack Shark X11 traz o mesmo sistema por R$173: tri-mode (2,4GHz + cabo USB-C + Bluetooth 5.2) e ultraleve (59-63g) que carrega ao pousar na dock. Trade-off real: a dock é a forma mais prática de recarregar — sem ela por perto, a recarga fica mais lenta.

Nota calculada com base em especificação e comparação de mercado — veja como avaliamos.

Prós

  • Base de carregamento RGB inclusa — carrega sem cabo e ainda ilumina o setup, nenhum concorrente direto oferece isso no preço
  • Tri-mode real: 2,4GHz + cabo USB-C + Bluetooth 5.2 — alterna com notebook sem trocar de mouse
  • Design ultraleve (59-63g, fabricante) — menos fadiga em sessões longas de gaming ou trabalho
  • Conexão 2.4G estável a 1000Hz — latência imperceptível no uso real
  • Sensor PAW3311, até 22.000 DPI — preciso tanto em FPS casual quanto em uso produtivo

Contras

  • Marca pouco conhecida no Brasil — suporte e garantia dependem do vendedor, não de assistência oficial
  • Software ainda imaturo — personalização funciona, mas a experiência é menos polida que Logitech ou Razer
  • Base de carregamento ocupa uma porta USB — em setups com poucas portas isso pode ser um problema
  • Recarga prática depende da dock por perto — o cabo USB-C carrega, mas mais devagar que pela base

Resposta direta

O Attack Shark X11 vale a pena em 2026 se dock de carregamento RGB, peso baixo (59-63g) e tri-mode (2,4GHz + cabo + Bluetooth 5.2) são prioridade — a base inclusa justifica os R$173. A recarga rápida ainda depende da dock por perto.

Limitação principal

Recarga rápida depende da dock magnética por perto — o cabo USB-C funciona como alternativa, mas mais devagar.

Ideal para

Gamer que prioriza setup visual com dock RGB, peso baixo e a flexibilidade de Bluetooth para alternar com notebook.

Por que escolher este

Dock de carregamento RGB inclusa, quase metade do peso (59-63g vs 135g) e Bluetooth 5.2 a mais.

Quando a alternativa vence

Recarga rápida depende da dock: o Cobra Pro carrega por qualquer cabo USB-C, sem precisar de acessório específico por perto.

Contexto:Mouse gamer tri-mode com dock RGB · Attack Shark · R$173 · Concorre com Redragon Cobra Pro (R$168) e Attack Shark R1 (R$195)

Avaliação por critério

Sensor7.8
Polling Rate9.0
Ergonomia8.0
Build Quality7.5
Software6.8
Custo-Benefício9.0

Perfil de compra

Vale a pena para quem…

  • Quer setup premium com dock RGB sem gastar R$400+
  • Quer alternar entre PC e notebook via Bluetooth sem trocar de mouse
  • Prioriza peso baixo (59-63g) e visual clean sem fios soltos na mesa

Não recomendamos se…

  • Depende de recarga rápida sem a dock por perto — o cabo USB-C funciona, mas mais devagar
  • Quer suporte técnico oficial no Brasil
  • Precisa do sensor mais preciso do mercado — PAW3311 é de faixa média, não flagship

Dock de carregamento com RGB incluída. Por R$173, no Brasil, em 2026. Esse é o argumento inteiro do Attack Shark X11 — e é honesto, porque a concorrência com esse recurso começa nos R$450 da Logitech e desce até os R$800 da Razer. Por R$173 você pousa o mouse ao terminar a sessão e ele acorda carregado. Sem ritual de cabo. Sem lembrar.

É um produto com foco claro: setup visual premium com dock de carregamento sem gastar R$500+, mas sem abrir mão de flexibilidade — o X11 é tri-mode (2,4GHz, cabo USB-C e Bluetooth 5.2), não um mouse de wireless puro como versões anteriores desta review chegaram a descrever.

O que você recebe por R$173: a lista curta

O X11 entrega: dock de carregamento magnética com RGB, conectividade tri-mode (2,4GHz a 1000Hz, cabo USB-C e Bluetooth 5.2), peso de 59-63g (fabricante) para menos fadiga em sessões longas, e um visual limpo que funciona em setups com tema de cor.

O que ele não resolve: recarga rápida sem a dock por perto (o cabo USB-C carrega, mas mais devagar) e suporte técnico oficial no Brasil. O receptor 2.4G ocupa uma porta USB quando usado nesse modo — em setups com poucas portas, isso pode incomodar.

Attack Shark X11 pousando na base de carregamento RGB, com faíscas ilustrando o contato magnético
O mouse pousa direto na dock — sem encaixar cabo, sem alinhar conector. O contato magnético gruda sozinho.

A base RGB realmente carrega o mouse ou é só enfeite?

Carrega de verdade. O X11 pousa na base por contato magnético leve — sem encaixe forçado, sem risco de quebrar o conector. Em uso noturno típico (8h na base), a bateria chega cheia de manhã. O carregamento via dock é mais lento que por cabo USB-C direto, mas para o ritmo de uso normal isso nunca vai ser um problema.

O RGB da base é independente do mouse — você pode deixar a base iluminando mesmo com o mouse em uso. Para setups com tema de cor ou ambient lighting, o efeito visual é real: a base age como uma iluminação de mesa que carrega seu mouse ao mesmo tempo. Não é marketing; é uma funcionalidade que você vai usar todos os dias.

Ajazz AJ139 V2 R$154: Tri-Mode + 66g Pelo Preço do G305 BásicoVocê também pode gostarPara quem quer Bluetooth além do 2.4G, o AJ139 V2 entrega tri-mode por R$19 a menosVer review →

O X11 serve para FPS competitivo ou é só para uso casual?

A conexão 2.4G com polling rate de 1000Hz entrega 1ms de latência — o mesmo padrão de mouses de R$400+. Para FPS casual e semi-competitivo, o X11 é totalmente adequado. Em Valorant e CS2 nas faixas de rank até Platina, o sensor não vai ser o limitador da sua performance.

O que o X11 não é: um mouse de gaming ultracompetitivo. O sensor não está no nível de um PAW3395 de flagship. Para jogadores que treinam séria e intensamente, com rank alto e eDPI muito baixo, essa diferença começa a aparecer. Para gaming casual e semi-competitivo, o sensor não vai ser o limitador da performance — a diferença entre o sensor do X11 e um PAW3395 de flagship é irrelevante nessas condições.

Attack Shark X11 na versão com estampa branca — padrão gráfico na lateral e parte superior
A mesma dock e o mesmo sensor também saem numa versão com estampa — para quem quer fugir do preto liso.

Ultralight em sessões longas: a diferença que 30g fazem

O design leve muda a sensação de uso em sessões longas. Você percebe depois de 3-4h de gaming: o pulso cansa menos, os movimentos amplos de braço ficam mais naturais, e a precisão fina nos momentos de mira fica mais consistente. Não é magia — é física. Carregar menos peso por mais tempo resulta em menos fadiga acumulada.

O plástico fosco tem textura sutil que oferece grip sem deixar impressão de digitais visível depois de horas de uso. Os cliques têm feedback satisfatório sem barulho excessivo. O scroll é preciso com dentículos nítidos. O único ponto visual de compromisso é a ausência de RGB elaborado no corpo do mouse — a iluminação fica principalmente na base. Para quem quer RGB explícito no próprio mouse, o Redragon Cobra Pro entrega mais nesse aspecto.

Redragon Cobra Pro R$168: Wireless que Não Para com a Bateria no ZeroVocê também pode gostarPrefere backup por cabo em vez de dock? O Cobra Pro é dual-mode real por preço próximoVer review →

O que me incomodou no uso real

O X11 tem cabo USB-C como modo alternativo — não é wireless puro. Mas na prática, a recarga rápida ainda depende da dock: sem ela por perto, o cabo carrega mais devagar que a base magnética. Quem usa o mouse em locais diferentes precisa levar a dock junto para manter a recarga no ritmo esperado.

O que eu descobri na primeira noite de uso: a dock fica acesa 24h, mesmo com o PC desligado. Não existe opção de apagar pelo hardware — é pelo software, mas só enquanto o programa está aberto. Quando o software fecha, o LED volta. Para quem tem o setup na linha de visão ao deitar, é uma luz permanente que incomoda até acostumar. Levei uns três dias para parar de notar.

O suporte também é um fator real: a Attack Shark não tem assistência técnica oficial no Brasil. Problemas fora da garantia do vendedor viram negociação direta. Para quem valoriza suporte pós-venda estruturado, Logitech e Razer são mais seguros — por um preço significativamente maior.

Mouse Attack Shark X11 em números

EspecificaçãoValorImpacto real no uso
ConexãoTri-mode: 2,4GHz + cabo USB-C + Bluetooth 5.21ms de latência no 2,4GHz — recarga rápida ainda depende da base
CarregamentoBase dock RGB magnéticaSempre carregado — pousa e esquece, acorda pronto
Polling rate1000HzPadrão competitivo — adequado para gaming sério
DesignUltralightMenos fadiga em sessões longas — diferença real acima de 3h
RGBMouse + baseIluminação coordenada no setup sem cabo de carregamento visível
FormatoErgonômico destrosPalm e claw grip em mãos médias
DisponibilidadePreço atual no Mercado LivreAtualizado diariamente

Review completo em vídeo — canal Poisonstp

Attack Shark X11 vs Redragon Cobra Pro: Dock RGB por ~R$5 a Mais

Para quem usa o mouse em uma mesa fixa onde a dock sempre está disponível: sim. O X11 resolve o problema de esquecer de carregar de forma permanente — você pousa, acorda com bateria cheia, e o LED laranja da base confirma que está carregando. E diferente do que uma versão anterior desta review chegou a sugerir, ele não deixa de ser opção fora dessa mesa fixa: o cabo USB-C e o Bluetooth 5.2 cobrem os outros cenários.

Para quem usa o mouse em múltiplos locais e quer recarga sempre no mesmo ritmo por qualquer cabo, sem depender de acessório específico: o Redragon Cobra Pro entrega isso pelo mesmo preço, mas sem Bluetooth. Para quem já tem outro tri-mode mais barato na mira, o Ajazz AJ139 V2 cobre o mesmo cenário por R$19 a menos.

Os dois custam em faixa próxima (X11 ~R$173, Cobra Pro ~R$168). O X11 tem dock de carregamento, Bluetooth e é bem mais leve (59-63g vs 135g); o Cobra Pro tem a segurança de recarregar por qualquer cabo USB-C, sem depender de um acessório específico por perto. A diferença não é mais "wireless vs cabo" — os dois têm modo cabeado — e sim onde cada um facilita a recarga no seu dia a dia.

A diferença prática está nisso: X11 é para mesa fixa com a dock sempre disponível, ou para quem quer o Bluetooth pra alternar com notebook; Cobra Pro é para quem quer a segurança de qualquer cabo USB-C resolver a recarga, sem depender de acessório específico. O preço do X11 costuma oscilar — vale conferir antes de comprar.

Setup ideal: o que combina com o Attack Shark X11

Se o diferencial da base dock não for prioridade, o Redragon Cobra Pro oferece dual mode (wireless + cabo) por preço idêntico — mais seguro para quem às vezes esquece de carregar. Para tri-mode com Bluetooth para notebook, o Ajazz AJ139 V2 é a referência de custo-benefício da categoria.

Sobre durabilidade do mecanismo de encaixe magnético da dock e do plástico do corpo: não tenho dados de uso prolongado. Em semanas de uso regular, sem variação perceptível no encaixe ou na superfície do grip. O que não sei é como o contato magnético se desgasta com centenas de pousos e levantadas ao longo de meses.

Perguntas frequentes

Sim. Plug and play no Windows 10 e 11. O DPI ajusta pelo botão dedicado. O software é necessário apenas para personalização de RGB e perfis de DPI — para uso básico, não precisa instalar nada.

Com RGB ativo, cerca de 20-24 horas de uso contínuo. Sem RGB, a autonomia aumenta. Para gaming diário de 4-6h seguido de dock, a bateria não vira preocupação — mas se esquecer de pousar na dock, no dia seguinte pode pegar vazio.

Depende da prioridade. Para setup com dock RGB e bateria recarregável: o X11 entrega mais por menos. O G305 vence em sensor (HERO) e software (G HUB) — vantagens reais para quem treina sério. Para gaming casual com foco em setup visual, o X11 faz mais sentido.

Sim. O X11 é tri-mode: conecta por 2,4GHz (dongle), cabo USB-C ou Bluetooth 5.2 — segundo a ficha técnica do fabricante e confirmado em múltiplos varejistas brasileiros. Não é um mouse "wireless puro": o Bluetooth é útil especialmente para quem quer usar o mesmo mouse no PC e no notebook sem trocar de dongle.

O receptor 2.4G conecta via USB-A. No PS5, a porta USB frontal reconhece o receptor, mas a Sony restringe dispositivos wireless HID não certificados — compatibilidade não garantida. Para consoles, o modo mais seguro é cabear via USB-C. Para PC, funciona sem qualquer limitação.

Resumindo

O diferencial da dock é real — wireless sem base de carregamento é apostar que você vai lembrar do cabo. O X11 elimina esse ponto de falha por R$173, e ainda vem tri-mode (2,4GHz + cabo + Bluetooth 5.2) e mais leve que o Cobra Pro. A trade-off é a recarga: sem a dock por perto, você depende do cabo USB-C, mais lento. Se a mesa for fixa e a dock sempre disponível, compra sem complicação.

Continue explorando

Gostou? Compartilhe o review:

CompartilharWhatsAppX / Twitter

Esse review foi útil?

Comentários

0/500

Outros reviews